Revista AutoMOTIVO nº36 na LUZ NEGRA.

9 09 2010

Teste e confira, coloque a revista contra a luz negra.





Confira o modelo de capa alternativa da edição 35

6 08 2010





Veja o que uma chuva de granizo é capaz de fazer:

6 08 2010

Será que eles tem cláusula para isso no seguro deles?





Recall da Toyota (NOVAMENTE)

4 08 2010

LS460 e LS600 apresentam defeito.

Parece brincadeira, recall da Toyota, de novo.  Ano passado ela se superou nas chamadas, principalmente do novo Corolla, que chegou até a acelerar sozinho.

Os Lexus modelos LS460L e LS600hL (produzidos entre 2005 e 2008), devem ser levados a uma concessionária em razão de um defeito nas molas das válvulas do sistema de admissão e escape do motor.

Em caso de quebra de uma das molas, o motor apresentará ruído anormal e funcionamento irregular e até mesmo – em casos extremos – o motor pode parar de funcionar.

Confira os chassis das unidades envolvidas no recall do LEXUS.

LS460L: JTHGM46F de 5000152 a 5033211
LS600hL: JTHDU46f de 5000201 a 5009566

Mais informações podem ser obtidas pelo tel. (0800) 703-0206 ou pelos sites

www.lexusbrasil.com.br e www.toyota.com.br.





Você sabe a diferença entre um motor turbo e um aspirado?

12 07 2010

Para quem não sabe, todos os veículos que não são sobrealimentados por turbinas ou compressores mecânicos são naturalmente aspirados – ou seja, a compressão natural do próprio motor “puxa” ou “aspira” para os cilindros a mistura ar/combustível. Isso quer dizer que a grande maioria dos motores que saem de fábrica são aspirados. Os motores equipados com turbocompressores têm este equipamento para aumentar a capacidade de “puxar” a mistur ar/combustível, subindo a potência original do veículo através do aproveitamento dos gases de escape do motor para fazer girar o eixo de uma turbina ou compressor – que “comprime” o ar atmosférico e o envia para a entrada de ar do motor. Desta forma, o carro não precisa de aspirar mais ar e, com a aceleração, o compressor gera mais pressão – que irá, depois, entrar nos cilindros, deixando-os mais cheios de ar/combustível, aumentando sua explosão e, consequentemente, também a potência do motor. Este aumento de potência está diretamente relacionado com a pressão gerada pela turbina compressora.

Alto desempenho torna os motores turbo ideais para competições de velocidade, já tendo sido utilizados na F-1 e na Indy. Ainda hoje são largamente utilizados em inúmeras outras categorias.





A fábrica da Ferrari em Maranello, por dentro!

12 07 2010

Uma espiada rápida nos segredos da marca do “cavallino rampante”

Depois de um longo hiato, finalmente voltamos! Pois bem, ter uma Ferrari é o sonho da maioria dos amantes de carros e do esporte a motor – um carro incrível, lindo e cheio de potência. Mas será que você já pensou como são construidos? Pois a fábrica da Ferrari, localizada em Maranello (Itália), fabrica os carros de rua da marca e também os carros de corrida, os monopostos da F-1 e protótipos de outras categorias que a marca disputa.

A linha de produção é bem convencional, similar à das grandes montadoras instaladas no Brasil. A diferença mais evidente a uma olhada rápida diz respeito ao número e fluxo de veículos passando pela linha de montagem – extremamente reduzidoAproveite para conhecer um pouco da fábrica da Ferrari em Maranello, tanto por fora quanto por dentro – e veja o incrível trabalho feito nessa enorme construção (as fotos são de autoria da Pressmotor).





Datafolha divulga dados sobre desvalorização de usados

25 05 2010

Usados: o Gol 1.0, com 1,35% de valorização, teve o melhor desempenho entre os hatches "populares". Já o Celta, amargou depreciação de 4,55%. (Dados extraídos da pesquisa Datafolha, que apurou a variação por modelo entre 26 de abril de 2009 e 28 de março de 2010).

Uma pesquisa inédita divulgada pelo Datafolha mostrou a desvalorização de 248 modelos de automóveis usados cotados antes e depois da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

No período de abril de 2009 a março deste ano, as melhores valorizações ficaram com a Toyota, Troller e Volkswagen. E as piores, com Renault, Peugeot e Citroën. O motivo apontado pelo estudo para a depreciação foi o não investimento de tais montadoras em motores “flex”.

A desvalorização, ainda segundo a pesquisa, fez os veículos encalharem nas revendas e perderem até 24% do valor em um ano.

Confira abaixo a depreciação por marca, em %:

* Toyota – 5,38

* Troller – 6,80

* Volkswagen – 7,45

* Ford – 8,96

* Fiat – 8,97

* Nissan – 9,34

* Honda – 11,36

* Chevrolet – 11,58

* Mitsubishi – 11,63

* Renault – 15,51

* Citroën – 16,12

* Peugeot – 16,28

Renault Logan: a menor desvalorização (3,70%) entre os sedãs compactos





Os carros mais feios do mundo!

21 05 2010

Em destaque, o AMC Gremlin - carro da década de 70

O site Bloomberg Businesweek publicou uma matéria especial sobre os carros mais feios dos últimos 50 anos.

Entre eles, consta até uma Ferrari, a Enzo (!!!).

Confira os modelos clicando aqui.





Detalhes sobre a importação do Camaro

18 05 2010

     Hoje foram divulgados mais detalhes sobre a importação do clássico esportivo da GM. O Camaro chegará ao Brasil a partir de julho deste ano, por R$ 110 mil. Nada mal para um carro que traz sobre o capô o poder de V6 de 304 cavalos.

     Segundo dados preliminares, o cupê virá com rodas de 18″, freios ABS com discos Brembo (marca de renome em campeonatos automotivos), duplo air bag e controles de tração e estabilidade. Na parte mecânica, o cliente poderá optar pelo câmbio manual de seis marchas ou o automático com borboletas no volante.

     Em termos de mercado, o Camaro não vem para competir com ninguém: ele vem para dominar no seu segmento. Com sua fama de superesportivo internacional top garantida, exposição na mídia (filmes, seriados, revistas etc.) e preço (também) top, o carro não vai ter adversário no mercado nacional.

     O preço, salgado para nossos padrões de esportivo, vai vender o modelo e o status que ele traz consigo – afinal, quem não será notado a bordo de uma “máquina” famosa como um Camaro?





75 anos do Jaguar!

17 05 2010

Eis um vídeo para comemorar:





Coisa de cinema: Lamborghini Gallardo LP 570-4 SUPERLEGGERA

13 05 2010

Assista ao vídeo:





Ritmo de Copa

12 05 2010

(Divulgação)

     Enquanto a Volkswagen do Brasil oferece a seus clientes o Gol Seleção, modelo com temática futebolística, na Alemanha (terra natal da montadora) é sua concorrente que lança um carro que presta homenagem ao time germânico.

      A Opel, braço da General Motors na Europa, teve a ideia de lançar um Corsa branco com as cores da bandeira do país estampando partes do automóvel, tendo em vista a iminente Copa do Mundo. O Corsa FootBall Championship Edition será vendido a partir 15.160 euros (cerca de R$ 40 mil no continente europeu).

(Divulgação)

     O veículo chegará ao cliente com motor 1.4 de 83 cv, travas e vidros elétricos, ar-condicionado, alarme e rodas de liga leve.





CDC e consórcio a pleno vapor!

11 05 2010

     A Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef) divulgou, nesta terça-feira (11), o balanço do trimestre, no qual os financiamentos por meio do Crédito ao Consumidor assumiram a ponta, com 40% do total de automóveis e comerciais leves comercializados nesses meses.

     Seguindo tal modalidade de financiamento, estão: Leasing (16%), consórcio (6%) e vendas à vista (38%).

     Em relação ao consórcio, no primeiro trimestre de 2010 foi registrado um aumento de 43,1% nas vendas de novas cotas ná area de automóveis e utilitários, de acordo com dados fornecidos pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Conforme aponta o estudo elaborado pela entidade, a diferença nas vendas entre os primeiros três meses de 2010 e os de 2009 foi de 37,6  mil veículos (124,8 mil em 2010, ante 87,2 em 2009).

     O saldo de crédito das carterias de Leasing e CDC para a aquisição de carros por pessoas físicas totalizou, até março, R$ 163,1 bilhões, segundo a instituição. O valor representa um crescimento de 12,4 % em comparação ao mesmo período do ano passado, época que registrou R$ 145 bilhões.

     Falando nisso, a AutoMOTIVO deste mês traz  uma matéria especial sobre a melhor forma de comprar seu carro, explorando cada modalidade de comercialização:  à vista, leilão, financiamento via CDC ou Leasing etc..





IrAuto

10 05 2010

Tiba: a “menina dos olhos” da nova montadora de carros do Irã. Dentro do carro, o presidente Mahmoud Ahmadinejad fazendo o “test-drive” (Foto: AFP) 

     As atenções, novamente, esão voltadas para o Irã. Porém, desta vez, a notícia não está ligada a atividades supostamente bélicas.

     Mahmoud Ahmadinejad, o presidente da controversa república Islâmica, inaugurou ontem “a maior fábrica de carros do Oriente Médio”, segundo registrou a imprensa oficial do país. 

     Construída pela estatal iraniana Saipa na cidade central de Kashan, a unidade, que custou US$ 350 milhões, poderá produzir até 150 mil veículos por ano. 

     A pretensão da fábrica é de contratar 4000 pessoas diretamente e 2000 indiretamente, quando o complexo automobilístico atingir a capacidade máxima de produção. 

     No evento,  Ahmadinejad apresentou o Tiba (Gazela), um carro de porte pequeno que custará entre US$ 8 e US$ 9 mil, visando atrair a classe média iraniana. Segundo a agência de notícias do país, o Tiba é o primeiro veículo “desenhado e fabricado por iranianos”.

     Não só de urânio vive o homem…





“Que venha o mercado… Nós damos conta”, assegura Belini

6 05 2010
 
 
 

Cledorvino Belini, novo presidente da Anfavea

 

 

por Lucas Mosca

     O recém-empossado presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, 61 anos, abriu a última coletiva da entidade esbanjando tranquilidade, bom-humor e – sobretudo – confiança no mercado brasileiro (que, nas últimas semanas, tem passado por aumento dos juros, fim da redução do IPI, retração na produção e venda de veículos, recalls etc…)

     Quando questionado sobre a possibilidade de o Brasil chegar a casa dos 5 milhões de veículos produzidos, Belini (que também é presidente do grupo Fiat para a América Latina) demonstrou muita confiança no setor produtivo do País, soltando a frase que está no título deste texto.

     “Os EUA fabricam 12 milhões de veículos, divididos entre cinco montadoras. Já o Brasil, quantos fabricantes tem? Claro que temos totais condições de suportar esse número (5 milhões)”, concluiu, bem descontraído.  

     Em relação à notícia de que o Governo eliminou o redutor de 40% sobre imposto de importação de autopeças, o mandatário da Anfavea disse que “o Brasil será afetado e os custos serão repassados ao consumidor”. Em seguida, complementou: “Estive em reunião com o ministro [do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior] Miguel Jorge, e ele afirmou que haverá um acompanhamento constante da importação de veículos”.

     Outro ponto destacado por Belini é a competitividade. Segundo ele, a indústria automobilística nacional somente poderá segurar – e reduzir – preços com o volume crescente da produção. ”Assim, o País também estará se precavendo contra o alto número de veículos importados”, emendou.  

  Confira mais informações sobre essa coletiva na próxima edição da AutoMOTIVO.





Arquivo AutoMOTIVO

6 05 2010

Edição nº 28, que trouxe na capa o clássico Camaro

     Se você perdeu alguma edição da revista AutoMOTIVO e quer saber quais foram as capas anteriores, acesse o nosso perfil no Orkut e confira as imagens na seção de fotos. Eis o link: 

     http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=3076179454361645717&aid=1

     Para mais informações, basta deixar recado em nossa página (ou comentário aqui no blog).





Edição nº 32 – maio/2010

4 05 2010

     Esta semana chega às mãos dos leitores a nova edição da AutoMOTIVO.

     Em destaque na capa, as matérias especiais: Salão do Carro e Acessórios 2010, 15º Encontro de Carros Antigos, em Águas de Lindóia; e duas seções de DUB – uma sobre o “brinquedinho” desenvolvido para a USAF (Força Aérea Americana) e outra sobre o Gol Vintage. 

     Além disso, a revista de maio ainda traz: a cobertura do Gol Fest - o evento que celebrou os 30 anos do clássico modelo criado pela Volkswagen -, da Reatech ((Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), que ocorreu entre os dias 15 e 18 de abril, em São Paulo; e do Salão de Nova York. Além de textos exclusivos sobre tecnologia,mercado e serviços.

     Acesse o nosso site e confira mais informãções: www.revistaautomotivo.com.br





Revista AutoMOTIVO no Feiras & Negócios

3 05 2010

     Confira abaixo o vídeo em que a revista AutoMOTIVO aparece no Feiras & Negócios, onde marcou presença no  Salão do Carro e Acessórios 2010.





BMW, nº 1!

30 04 2010
 
 
 
 

A mais valiosa do mundo

     Segundo estudo realizado pela empresa britânica Millward Brown, a BMW bateu a Toyota como a marca mais valiosa do mundo.

     O valor presumido da montadora alemã é de US$ 21,8 bilhões, de acordo com a consultoria. A Toyota, que no anopassado detinha o primeiro lugar, vem sentindo a baixa em suas vendas devido as frequentes falhas e recallsligados aos seus modelos.

     Porém, o valor que separa as duas companhias não é substancial. Conforme aponta a pesquisa, a fabricante japonesaestá avaliada em 21,7 bilhões. O ponto em comum é que ambas as montadoras sofreram queda ante 2009: a Toyota teve retração de 27%, o tripo da BMW (9%).

     Os demais colocados no estudo são: Honda (3º), Mercedes (4º), Porsche (5º) e Nissan (6º), seguidos de Ford,Volkswagen, Audi e Renault, respectivamente.





O patrono*

29 04 2010
 

Henry Ford com seu Model T em Buffalo, Nova York, 1921

 

     Um estudo recente encomendado pelo banco BNP Paribas, francês e insuspeito, mostrou que nos últimos cinco anos a classe C brasileira cresceu e aumentou sua renda mais do que as classes A/B, enquanto que as classes D/E (não falam nas classes abaixo destas, que, no Brasil, como se sabe, chegam até às J/K) diminuíram de tamanho. Interpretações e reparos à vontade e ao gosto político de cada um, mas o inegável nos números é que houve ascensão social e está havendo distribuição de renda.

     Com bolsas anti-fome, suspensão de impostos, piques de empregos formais, PACs e rePACs e trancos e barrancos o governo está inserindo cada vez mais gente na vida econômica do País – enquanto consola os de cima com favores também inéditos para o capital financeiro.

     O que deve interessar a todo o mundo é que esta se criando uma coisa que até agora não existia no Brasil, um grande mercado consumidor interno. E o patrono desta transformação não é Karl Marx – é Henry Ford.

     Ironia. Henry Ford, em matéria de política, era um reacionário execrável. Sua companhia tornou-se um exemplo de cupidez empresarial um pouco acima do normal. Uma das histórias pouco comentadas da Segunda Guerra Mundial é que a guerra já corria solta e o anti-semita Ford continuava fazendo negócios com a Alemanha nazista.

     E não é preciso ir tão longe: foi notória a colaboração da Ford com a última ditadura militar na Argentina para proteger seus interesses e a ajuda da Ford e outras multinacionais estrangeiras à Operação Bandeirante, força auxiliar da repressão formada por empresários paulistas no Brasil dos anos cinzentos. Isso em contraste com a atividade – louvável – da Fundação Ford nos campos da educação e da cultura no continente.

     Mas Henry Ford ficou na história porque criou o fordismo, um método revolucionário de produção de carros em série que mudou para sempre os costumes e a paisagem da América. E porque pagava bem os funcionários da sua linha de montagem, raciocinando que de nada adiantava inundar o país de carros sem um mercado de massa para comprá-los.

     Ford e o fordismo não foram os únicos responsáveis pela industrialização acelerada dos Estados Unidos a partir dos anos vinte, claro, nem os empregados bem pagos da Ford foram os únicos protótipos da classe C consumidora que sustenta o capitalismo americano até hoje.

     Mas o fordismo teve efeitos colaterais importantes. Propiciou o aparecimento de um movimento sindical forte, e consequentes vantagens iguais para outros trabalhadores. Democratizou o acesso a bens antes exclusivos de uma minoria. E ficou como exemplo de racionalidade econômica a ser seguida. No caso do Brasil dos últimos cinco anos, um pouco tarde.

* Artigo publicado por Luís F. Veríssimo na edição de 15 de abril de 2010 do Diário da Manhã








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